"O fenómeno de isolamento dos indivíduos, reflectido nas taxas de divórcio, nas famílias monoparentais e nas pessoas que vivem sozinhas, traduz-se numa modificação dos conceitos societais de vida activa e de identidade profissional para integrar outros aspectos da existência. As estruturas da orientação profissional e os critérios de escolha de carreira evoluíram nos últimos dez anos, ao mesmo tempo que os valores culturais, as atitudes, os compromissos e os papéis atribuídos aos sexos.
A fraca presença de raparigas nas formações para as novas profissões das TIC é frequentemente, atribuída à ausência de motivação e ao pouco interesse por elas demonstrado em relação às profissões técnicas. A verdade é que os nossos conhecimentos sobre as motivações dos jovens, das estratégias e dos processos que determinam as escolhas de carreiras são insuficientes."
É possivel ultrapassar os esteriótipos comuns que existem na área das TIC. E encorajar ao êxito neste sector aliciante, inovador e multifacetado. Independentemente de aspectos como: a idade, género, profissão, escolaridade e área geográfica. Contribuindo assim para uma aumento das cibercompetências a nível nacional, proporcionando a competitividade Europeia.